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Erasmo foi internado nesta semana devido a complicações geradas pela covid-19, doença que ele informou ter contraído através de um vídeo publicado nas redes sociais.

Erasmo se recupera bem e está de observação, sem febre. Precisou ir ao médico devido à respiração ainda ofegante, e também para ficar próximo dos médicos caso haja alguma necessidade maior. ista alguma necessidade

O jornal "Extra" desta terça-feira (31/08) publicou: "Essas 48 horas são preocupantes, para a gente ficar orando mesmo, porque essa doença é fogo, pode de uma hora para outra tomar conta. Mas está tudo sob controle, ele está sem febre, está bem. Tudo dentro do esperado. Sem maiores preocupações", disse um membro da equipe do músico.

Erasmo foi internado nesta semana devido a complicações geradas pela covid-19, doença que ele informou ter contraído através de um vídeo publicado nas redes sociais.

Erasmo se recupera bem e está de observação, sem febre. Precisou ir ao médico devido à respiração ainda ofegante, e também para ficar próximo dos médicos caso haja alguma necessidade maior. 

O jornal "Extra" desta terça-feira (31/08) publicou: "Essas 48 horas são preocupantes, para a gente ficar orando mesmo, porque essa doença é fogo, pode de uma hora para outra tomar conta. Mas está tudo sob controle, ele está sem febre, está bem. Tudo dentro do esperado. Sem maiores preocupações", disse um membro da equipe do músico.

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na terça-feira (31) a criação de uma nova bandeira tarifária, a Bandeira Escassez Hídrica. Ela reflete os aumentos de custos de geração de energia em meio à pior crise hídrica em 91 anos e devem impactar a conta de luz.

 

O que é o sistema de bandeiras tarifárias?

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015, outra época de alta nas contas de luz. A ideia era tornar as variações nas contas de luz mais transparentes para o consumidor. Antes do seu estabelecimento, eventuais custos maiores de geração de energia eram repassados para os consumidores apenas no ano seguinte. Com a mudança, as variações nesses custos são refletidas nas contas mês a mês.

O sistema envolvia, até esta semana, quatro bandeiras: a verde, a amarela, a vermelha patamar 1 e a vermelha patamar 2. Agora, soma-se a elas a Bandeira Escassez Hídrica.

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O que cada bandeira significa para a conta de luz?

Segundo a Aneel, o sistema de cores das bandeiras foi inspirado nas cores de um semáforo. A ideia é incentivar o consumidor a desacelerar o consumo, de forma mais devagar na amarela e mais rápida na vermelha, para reduzir a demanda de energia e, com isso, os custos na geração.

A bandeira verde aparece na conta de luz quando não há condições desfavoráveis para a geração de energia. Com isso, não há nenhum acréscimo para o consumidor na tarifa.

Já a bandeira amarela sinaliza que algumas condições que encarecem a geração de energia começaram a aparecer. Com isso, a tarifa passa a ter um acréscimo de R$ 1,874 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) que for consumido no mês.

A bandeira vermelha sinaliza uma piora nas condições de geração de energia. O patamar 1 da bandeira representa um acréscimo de R$ 3,971 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. Já o patamar 2 representa um acréscimo de R$ 9,492 para cada 100 quilowatt-hora. Quanto maior o patamar, maiores os custos de geração.

Agora, a Bandeira Escassez Hídrica representará uma cobrança de R$ 14,20 a mais para cada 100 quilowatt-hora consumidos. Se antes, com a bandeira vermelha patamar 2, a mais cara até então, o consumidor pagaria R$ 69,49 por 100kWh consumidos, por exemplo, agora ele pagará R$ 74,20 kWh, uma alta de 6,78%.

 

André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, observa que o valor da bandeira vermelha tarifária 2 já havia subido em junho de 2021. Antes, ela era de R$ 6,24 para cada 100 kWh consumidos. Somando o reajuste da bandeira vermelha e a criação da Bandeira Escassez Hídrica, ele aponta alta de 127% nessa tarifa entre julho e setembro deste ano.

 

Ele diz que ter uma nova bandeira faz sentido, já que ela evita a criação de uma distorção muito grande no valor da bandeira vermelha patamar 2 em relação às anteriores. Segundo ele, se o valor da nova bandeira fosse colocado na vermelha patamar 2 “não seria possível utilizá-la no futuro, a menos que ela fosse reduzida”.

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Quem escolhe qual bandeira será usada na conta de luz?

A bandeira que aparecerá na conta de luz do consumidor é definida mensalmente pela Aneel, a agência do governo responsável por regularizar e fiscalizar a geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia elétrica no Brasil.

 

As reuniões ocorrem no fim de cada mês, para definir a tarifa que aparecerá na conta de luz no mês seguinte.

 

Apesar de a criação da Bandeira Escassez Hídrica ter sido feita pela Aneel, a agência seguiu uma determinação da Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG). O órgão foi criado pelo governo em 2021 para coordenar o enfrentamento à crise hídrica.

 

Quando a Bandeira Escassez Hídrica entrará em vigor?

A Aneel informou que a Bandeira Escassez Hídrica entrará em vigor já em setembro, e deverá permanecer nas contas de luz até pelo menos abril de 2022.

 

Braz afirma que “as chances de revisão [da nova bandeira] são pequenas” porque os números dos reservatórios estão muito baixos, e devem continuar assim. “Especialistas já antecipam que mesmo com mais chuva, não vai ser suficiente para recuperar os números.”

 

Os consumidores de Roraima e de algumas regiões remotas do país não pagarão a taxa, pois não fazem parte do chamado Sistema Interligado Nacional, que distribuiu a energia gerada para todo o país. Além deles, os beneficiários da tarifa social também não terão o valor adicional da nova bandeira, pagando o valor da bandeira vermelha patamar 2 com desconto.

 

Quais fatores estão fazendo a conta de luz subir?

O principal responsável pelas altas recentes na conta de luz, e pela necessidade de criação da nova bandeira, é a crise hídrica que começou neste ano. O termo significa que os índices de chuva estão bem abaixo do desejado.

O Brasil gera boa parte da sua energia elétrica a partir das chamadas usinas hidrelétricas. Nelas, a água armazenada em reservatórios gira turbinas que, então, geram a energia. Com menos chuvas, os reservatórios dessas usinas vão perdendo volume e, com isso, geram menos energia.

 

Com informações CNN Brasil

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O Senado rejeitou, por 47 votos a 27, a Medida Provisória (MP) 1045/21 que renova o programa de redução de salários e jornada dos empregados durante a pandemia.

A decisão do Senado foi um revés ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Com a rejeição, o governo não poderá editar medida provisória com o mesmo teor neste ano.

Criado no ano passado como uma medida emergencial de manutenção do emprego enquanto durassem as restrições à economia, o programa já foi renovado algumas vezes desde então

Porém, o texto foi incrementado por uma série de outras medidas que criam novas formas mais flexíveis de contração no mercado de trabalho e outras que alteram regras da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Entre as mudanças inclusas estavam a criação de dois programas de contratação simplificada e com benefícios reduzidos a jovens, profissionais com mais de 55 anos e beneficiários do Bolsa Família: o Priore – Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego – e o Requip – Regime Especial de Trabalho Incentivado, Qualificação e Inclusão Produtiva.

 

O relator excluiu todas as alterações da CLT e mudanças no regime da justiça gratuita. “Firmamos o entendimento que essas mudanças na legislação não guardam qualquer relação com o objeto da Medida Provisória nº 1045, de 2021, que é o de dispor sobre medidas complementares para o enfrentamento das consequências da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pela Covid-19 no âmbito das relações de trabalho”, escreveu no parecer.

 

“Modificações como as que se propõem podem e devem ser discutidas e decididas em outras circunstâncias ordinárias, tendo em vista o amplo debate que elas requerem”, acrescentou.

“A medida provisória do governo, quando chegou, tinha em torno de 20 artigos e foi para 89 ou 90, tudo feito por emendas”, criticou o senador Paulo Paim (PT-RS). “Não dá para votar uma matéria dessa nesses moldes.”

Os chamados “jabutis” foram inseridos na MP emergencial da pandemia pelo relator do texto na Câmara, o deputado Christino Aureo (PP-RJ), mas foram elaborados em diálogo com o governo e replicam propostas que já vinha há tempos sendo vendidas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, caso do programa Carteira Verde Amarela, também de regras mais flexíveis de contratação para jovens.

 

Entre as mudanças trabalhistas propostas pela MP 1045, estava ainda uma reformulação na remuneração das horas extras das categorias profissionais que têm jornadas diferenciadas.

 

Com informações CNN Brasil

 

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